Essa aconteceu comigo. Estava assistindo a uma palestra em Belo Horizonte, sobre gestão de empresas, ou algo assim. O palestrante, certa altura, para falar da importância de se ter foco, usou aquele velho exemplo tosco e inadequado do pato: “ele nada, voa, anda, mas faz tudo mal”.
Do meu lado, o Junão, presidente de uma empresa, nosso cliente. Mineiro até a última gota. Junão comentou, baixinho: “coitado do pato, acabaram com ele…”
Daí, após uma pausa, virou-se para mim e concluiu, com sua fala mole, matando toda a retórica do esforçado palestrante: “Vai ver o pato é feliz…”
