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	<title>Comentários sobre: Era uma vez um tempo que um dia ia voltar</title>
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	<description>Idéias, pensamentos e impressões, por Marcelo Pereira de Carvalho</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Dec 2011 01:37:13 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: marcelopcarvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcelopcarvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 14:16:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Obrigado pelo belo relato, João Paulo.

Abraço,

Marcelo]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo belo relato, João Paulo.</p>
<p>Abraço,</p>
<p>Marcelo</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: João Paulo V. Alves dos Santos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo V. Alves dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:10:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu conheço esta estrada e, ao ler o seu texto, me identifiquei com a situação. Há cerca de 10 anos estive em Monteiro. O objetivo era Campos do Jordão. O &quot;Litoral Norte&quot; do inverno! E resolvi ficar em Monteiro, ao invés do agito de Campos. Não busquei o isolamento... até fui para cidade, ao encontro da &quot;horda&quot;. Mas fugi dos picos. Andei por Campos (pelo menos naquela época ainda dava para achar um lugar para estacionar em determinadas horas do dia). Acordava cedo colocava meu tênis, corria por Monteiro (que conheci correndo pelos seus arredores). No retorno, tomava meu banho e ia tomar café em Campos... achava vaga, no centro. Passava o dia tranquilo, andando pela cidade entre e, no final da tarde, voltava para Monteiro (pela referida estrada). Realmente o trajeto é bacana. Visitei a casa (antiga fazenda) em que Monteiro Lobato morou. Comentei com alguns amigos (na época) sobre o &quot;retiro&quot; e a maioria achou que eu era louco: &quot;que programinha, hein! Monteiro Lobato!!&quot;... Eu nem aí! Curti, foi bom. Estava &quot;em casa&quot;, estava &quot;comigo&quot; e bem acompanhado. Revoltar-se pra quê? A conclusão que chegamos é de que, hoje, o mundo nos atropela. As horas passam mais rápido do que deveriam (ou nossa cabeça anda acelerada demais). 
O belo muitas vezes está resguardado dentro de nós... nas relações humanas, no afeto, na sensibilidade e nas coisas mais simples que deixaram de ser observadas e que, volta e meia podem nos surpreender... 
Seu texto foi muito feliz pois podemos fazer um paralelo: não será o momento &quot;com esse mundo muito louco&quot; de  todos nós buscarmos uma alternativa (diante das dificuldades) e, ao encontramos a &quot;velha estrada&quot;, quem sabe, encontrarmos um &quot;caminho&quot; ou novo sentido para nossas vidas.
Abraço!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu conheço esta estrada e, ao ler o seu texto, me identifiquei com a situação. Há cerca de 10 anos estive em Monteiro. O objetivo era Campos do Jordão. O &#8220;Litoral Norte&#8221; do inverno! E resolvi ficar em Monteiro, ao invés do agito de Campos. Não busquei o isolamento&#8230; até fui para cidade, ao encontro da &#8220;horda&#8221;. Mas fugi dos picos. Andei por Campos (pelo menos naquela época ainda dava para achar um lugar para estacionar em determinadas horas do dia). Acordava cedo colocava meu tênis, corria por Monteiro (que conheci correndo pelos seus arredores). No retorno, tomava meu banho e ia tomar café em Campos&#8230; achava vaga, no centro. Passava o dia tranquilo, andando pela cidade entre e, no final da tarde, voltava para Monteiro (pela referida estrada). Realmente o trajeto é bacana. Visitei a casa (antiga fazenda) em que Monteiro Lobato morou. Comentei com alguns amigos (na época) sobre o &#8220;retiro&#8221; e a maioria achou que eu era louco: &#8220;que programinha, hein! Monteiro Lobato!!&#8221;&#8230; Eu nem aí! Curti, foi bom. Estava &#8220;em casa&#8221;, estava &#8220;comigo&#8221; e bem acompanhado. Revoltar-se pra quê? A conclusão que chegamos é de que, hoje, o mundo nos atropela. As horas passam mais rápido do que deveriam (ou nossa cabeça anda acelerada demais).<br />
O belo muitas vezes está resguardado dentro de nós&#8230; nas relações humanas, no afeto, na sensibilidade e nas coisas mais simples que deixaram de ser observadas e que, volta e meia podem nos surpreender&#8230;<br />
Seu texto foi muito feliz pois podemos fazer um paralelo: não será o momento &#8220;com esse mundo muito louco&#8221; de  todos nós buscarmos uma alternativa (diante das dificuldades) e, ao encontramos a &#8220;velha estrada&#8221;, quem sabe, encontrarmos um &#8220;caminho&#8221; ou novo sentido para nossas vidas.<br />
Abraço!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Laerte Lucas Zanetti</title>
		<link>http://blog.oquederevier.com/2009/06/17/era-uma-vez-um-tempo-que-um-dia-ia-voltar/#comment-135</link>
		<dc:creator><![CDATA[Laerte Lucas Zanetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 13:09:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marcelo,
Parabéns, primeiramente, pelo post n.º 100 e por ser este post muito legal!
Um forte abraço,
Laerte]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcelo,<br />
Parabéns, primeiramente, pelo post n.º 100 e por ser este post muito legal!<br />
Um forte abraço,<br />
Laerte</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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